Donald Trump assina ordem executiva nesta sexta-feira, 14 de novembro de 2025, isentando tarifas em importações de alimentos. Portanto, carne bovina, café, bananas, tomates e frutas ficam livres da alíquota de 10% “recíproca”, retroativa a 13 de novembro. Dessa forma, Casa Branca mira pressão eleitoral por preços altos. Enquanto isso, medida soma US$ 39,4 bilhões em isenções, com café representando 1/3. Com isso, Trump recua após insistir que tarifas não inflacionam.
Contexto da decisão Sobretaxas de abril de 2025 visavam todos os países. Assim, elevaram custos nos supermercados. Além disso, vitórias democratas em Virgínia, Nova Jersey e Nova York destacam acessibilidade como tema. Portanto, Richard Neal (democrata) critica: “Trump apaga fogo que acendeu”. Dessa forma, economistas ligam tarifas a inflação de 12-18% em carne.
Benefícios ao Brasil Brasil, maior produtor global de café e 2º de carne bovina, ganha. Portanto, responde por 23% das importações americanas de carne. Enquanto isso, Abiec celebra: “Reforça diálogo e previsibilidade”. Com isso, déficit bilateral salta de US$ 234 mi em 2024 para US$ 6,8 bi em 10 meses de 2025. Assim, isenção alivia exportadores de manga e goiaba também.
Outras nações impactadas Argentina, Equador, Guatemala e El Salvador fecham acordos. Dessa forma, eliminam tarifas em itens específicos. Portanto, Milei (Argentina) ganha com carne (2,1% das importações dos EUA). Enquanto isso, Scott Bessent (Tesouro) promete mais anúncios para café e bananas.
Efeitos econômicos Consumidores frustrados veem alívio. Assim, seca e baixa produção de gado nos EUA elevam dependência de importados. Com isso, Trump culpa Biden, mas isenção sinaliza mudança. Portanto, reembolso segue regras da Alfândega e Proteção de Fronteiras.
Principais isenções no decreto:
- Carne bovina (23% das importações do Brasil)
- Café (1/3 do valor total)
- Bananas e tomates
- Frutas como manga e abacaxi
Radar364 – O Seu Portal de Notícias do Sul de Mato Grosso.


