Da Redação
A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis definiu a estratégia de enfrentamento às arboviroses para o período chuvoso. Consequentemente, o plano estabelece um fluxo organizado de atendimento para casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya. Além disso, a população receberá um atendimento de Saúde direcionado conforme a gravidade dos sintomas. Na sequência, a pasta também intensificará as ações de campo da Vigilância Epidemiológica para combater o mosquito Aedes aegypti.
O secretário municipal de Saúde, Mykaell Vitorino, detalhou a medida. Segundo ele, a organização das unidades garante o atendimento necessário. Portanto, esta estratégia de enfrentamento visa evitar a superlotação e agilizar o cuidado. Para isso, as equipes classificarão os pacientes em grupos de risco de A a D.
Fluxo inicia nas UBSs para casos leves de arboviroses
Os pacientes do grupo de risco A, considerados leves, começarão o atendimento de Saúde nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Lá, um enfermeiro realizará a triagem. Em caso de sintomas compatíveis com dengue, o profissional conduzirá o atendimento e dará o encaminhamento adequado. Assim, a estratégia de enfrentamento prioriza a porta de entrada tradicional do sistema.
Para o grupo B, de risco moderado, o fluxo segue outro caminho. Primeiro, o médico da UBS encaminhará o paciente para a Policlínica Central. Depois, a unidade realizará o atendimento e uma reavaliação após 48 horas. Já as unidades com terceiro turno também receberão os grupos A e B.
Casos graves terão atendimento direto na UPA 24 horas
A estratégia de enfrentamento direciona os pacientes graves dos grupos C e D diretamente para a UPA 24 Horas. Dessa forma, os casos de maior complexidade recebem cuidado imediato. Portanto, o plano otimiza recursos e especialistas onde são mais urgentes.
Mykaell Vitorino reforçou uma mensagem de tranquilidade à população. Ele afirmou que todas as unidades estão se preparando. O objetivo é que ninguém fique sem o atendimento de Saúde necessário em caso de suspeita.
Combate ao mosquito exige colaboração da população
A Secretaria de Saúde ressalta que o sucesso das ações depende de um esforço coletivo. Para isso, os moradores devem adotar medidas simples de prevenção em suas casas. Entre elas, estão garantir a limpeza dos quintais e manter os terrenos livres de entulho. Além do mais, é preciso receber os agentes de endemias para inspeção.
O secretário lembrou o surto de chikungunya do início do ano. Para evitar uma nova situação crítica, a prevenção deve ser constante. Só com a colaboração de todos será possível controlar a reprodução do mosquito. Logo, esta estratégia de enfrentamento une poder público e comunidade.
Ações de campo da vigilância continuam sendo intensificadas
Paralelamente ao plano de atendimento, as equipes de campo da Vigilância Epidemiológica mantêm o trabalho. Elas realizam visitas, aplicam larvicidas e eliminam focos do Aedes aegypti. Essas ações formam a base para reduzir a incidência das arboviroses. Desse modo, a estratégia de enfrentamento combina um eixo assistencial com outro preventivo.
A população pode contribuir denunciando possíveis criadouros. O atendimento de Saúde está organizado, mas a melhor defesa ainda é evitar a proliferação do mosquito. Finalmente, a união de esforços protege famílias e toda a cidade.

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