Da Redação
A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) celebra 60 anos de atuação. Consequentemente, esta trajetória se entrelaça com o próprio desenvolvimento do estado. Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) completa 33 anos. Portanto, juntas, elas ajudaram a modernizar técnicas e consolidar o modelo produtivo que transformou Mato Grosso.
O estado se tornou um gigante mundial, com mais de 33 milhões de cabeças de gado. Ele também produz cerca de 100 milhões de toneladas de grãos por safra. Assim, o trabalho das entidades foi fundamental para moldar este cenário de sucesso.
Sistema Famato cresceu junto com a fronteira agrícola do estado
A história da Famato acompanhou a expansão das fronteiras agrícolas. Ela nasceu pequena e hoje está presente na rotina de quem produz. Em regiões como Querência, a mobilização coletiva foi decisiva para o desenvolvimento. O presidente do Sindicato Rural local, Osmar Frizzo, destacou que o trabalho sério da Federação ajudou a agregar o setor.
O presidente da Famato, Vilmondes Tomain, reforçou o papel da instituição. Segundo ele, a Famato traduz muitas situações de resultados positivos para o agronegócio. Ele citou ações que promovem qualidade de vida, formação e defesa do produtor rural.
Senar-MT focou em qualificação de qualidade para transformar o campo
A evolução do agro mato-grossense passou pela capacitação do Senar-MT. O superintendente da instituição, Marcelo Lupatini, afirmou que o foco sempre foi a qualidade, não a quantidade. Ele relatou que áreas sociais cresceram mais de 300% no ano. Já os cursos profissionalizantes tiveram aumento entre 25% e 30%.
O trabalho acompanha o ritmo acelerado do agronegócio estadual. Lupatini comparou esse crescimento aos níveis da China. Dessa forma, a qualificação se tornou peça fundamental para modernizar processos e fortalecer o lado social do campo.
Gestores destacam a Famato como porto seguro do produtor rural
A história de 60 anos é escrita por personagens que viveram a transformação. José Teixeira, gestor da Federação, atua há 40 anos no sistema. Ele lembra que a entidade sempre foi um porto seguro para quem produz. Para ele, o sofrimento do produtor rural atinge tanto o pequeno quanto o grande.
Teixeira expressou orgulho do caminho percorrido. Sobre o futuro, brincou que Deus dá força e sabedoria, mas não sabe se terá mais 40 anos pela frente. Logo, sua trajetória simboliza a dedicação que construiu a instituição.
Legado das entidades sustenta o futuro do agro mato-grossense
O legado da Famato e do Senar-MT sustenta o futuro do setor. Ferramentas como o Imea fornecem planejamento estratégico. Já o AgriHub atua na difusão de tecnologias e tendências. Assim, o sistema segue evoluindo para os novos desafios.
O presidente Vilmondes Tomain destacou a capacidade de adaptação do produtor. Hoje, é difícil encontrar críticas para falar do setor produtivo. Finalmente, a profissionalização e a inovação garantem que Mato Grosso continue na vanguarda do agro global.
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