Da Redação
Detalhes da Captura
Tropas de elite das forças especiais dos EUA capturaram Nicolás Maduro durante a madrugada deste sábado (3). Além disso, o presidente norte-americano, Donald Trump, ratificou que a intervenção militar contou com apoio da Polícia dos EUA. Consequentemente, as autoridades removeram o líder venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, do território vizinho imediatamente após a detenção.
Ofensiva em Caracas
A operação militar iniciou-se por volta das 3h (horário de Brasília) com registros de explosões e fumaça em pontos estratégicos. Nesse sentido, os ataques atingiram a capital, Caracas, e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Por isso, a FAA (Administração Federal de Aviação) proibiu voos de aeronaves americanas no espaço aéreo da Venezuela, justificando riscos iminentes à segurança.
Reações e Defesa
O governo da Venezuela decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa para tentar conter a incursão estrangeira. Contudo, o Pentágono já havia reforçado o contingente militar na região do Caribe nos últimos meses, antecipando movimentações. Enquanto a Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, o Ministro da Defesa venezuelano declarou que as forças locais pretendem resistir à presença dos Estados Unidos.
Histórico de Tensões
A crise diplomática entre as nações escalou drasticamente desde o retorno de Trump à Casa Branca. Portanto, a ação deste sábado representa o desfecho de uma série de sanções e pressões políticas acumuladas. Afinal, a comunidade internacional observa com cautela os desdobramentos da custódia de Maduro em solo americano.
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