Da Redação
Alessandro Brito e Léo Coelho, diretores da SAF botafoguense, explicaram a situação da punição antes da apresentação do técnico Martín Anselmi. O clube está impedido de registrar reforços há 22 dias consecutivos.
A origem da punição
O Botafogo deve US$ 21 milhões ao Atlanta United pela contratação de Thiago Almada em julho de 2024. O débito envolve negociações com o clube norte-americano e a MLS, liga dos Estados Unidos.
Explicações da diretoria
“Falar um pouco sobre a situação específica do transfer ban, que é um tema que todo mundo pergunta, todo mundo questiona. Dizer que a gente vem trabalhando já, e a gente já sabia dessa situação. Então a gente vem trabalhando de uma forma incansável, para que a gente possa, de alguma maneira, solucionar isso o quanto antes. E não é uma situação tão simples, porque envolve MLS (liga dos Estados Unidos), envolve alguns termos políticos, garantias”, afirmou Alessandro Brito.
O diretor de gestão esportiva ressaltou que a instituição trabalha diariamente para resolver o impasse. Destacou ainda a necessidade de venda de atletas neste período de restrições.
Desafios societários
“É claro que o clube hoje vive uma situação de andar com as próprias pernas. Isso desde o ano passado, do meio do ano passado, a gente sabe que a gente teve essa situação de romper uma situação societária entre John e Ares, e isso vem sendo resolvido pelo John. A gente vem caminhando. Então é uma situação que a gente pode falar assim que a gente trabalha no dia a dia, e fatalmente a gente precisa e existe uma necessidade de venda de alguns jogadores.”, completou.
Brito mencionou a disputa societária entre Textor e a Ares como fator que contribui para as dificuldades financeiras atuais.
Impacto nas contratações
O Botafogo recebeu punição de três janelas de transferências pelo não pagamento do débito. Ythallo e Lucas Villalba foram oficializados, mas ainda não puderam ser inscritos regularmente.
Enquanto isso, Marlon Freitas foi vendido ao Palmeiras após solicitar transferência. David Ricardo também tem sua saída encaminhada pela instituição.


