Da Redação
A guerra aérea entre EUA, Israel e Irã intensificou-se nesta terça-feira com explosões em Teerã e Beirute. Fontes militares indicam avanço da campanha israelense visando a queda do regime clerical iraniano. O conflito já causa destruição civil massiva e desestabilização dos mercados financeiros internacionais.
Impacto Humanitário e Alvos Estratégicos
Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho, cerca de 800 pessoas morreram na operação até agora. Destaque negativo para bombardeio a escola feminina em Minab que matou dezenas de meninas. A sede da emissora estatal IRIB em Teerã também foi alvo dos ataques israelenses nesta manhã.
“Há fumaça e sangue por toda parte”, relatou morador de Teerã à agência Reuters. Milhares de civis fogem dos centros urbanos pelas rodovias. A morte do Aiatolá Ali Khamenei no primeiro dia marca um precedente histórico em conflitos modernos.
Crise Energética e Derretimento das Bolsas
O petróleo bruto disparou 15% em apenas dois dias pela incerteza gerada. O Catar interrompeu produção de GNL enquanto frete de petroleiros atinge recorde de US$ 400 mil diários. No Brasil, o Ibovespa caiu mais de 3%, perdendo patamar de 6 mil pontos em movimento de forte aversão ao risco.
Retaliação e Expansão do Conflito
O Irã respondeu disparando drones contra missões diplomáticas dos EUA na Arábia Saudita e Kuwait. O transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz foi estrangulado, afetando comércio mundial. O Hezbollah iniciou disparos contra Israel do Líbano, provocando pesados ataques aéreos em Beirute.
O presidente Trump afirmou ser “tarde demais” para negociações, sinalizando continuidade das operações militares. A perspectiva de crise energética prolongada mantém investidores em alerta máximo globalmente.
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