Da Redação
Ataques israelenses deixam baixas iranianas
No 18º dia do conflito no Oriente Médio, Israel bombardeou Teerã nesta terça-feira (17). Os ataques resultaram na morte de Ali Larijani, chefe de Segurança Nacional iraniano, confirmou o governo.
Gholamreza Soleimani, líder da milícia Basij, também foi morto nos bombardeios. As operações israelenses continuam concentradas no Líbano contra o Hezbollah.
ONU aponta possíveis crimes de guerra
O porta-voz de direitos humanos da ONU criticou os ataques israelenses a infraestruturas civis e residenciais no Líbano. Os bombardeios podem ser classificados como crimes de guerra, afirmou.
As preocupações envolvem violações do direito humanitário internacional. O conflito já deixa 912 mortos no Líbano, incluindo 111 crianças.
Irã mantém ofensiva regional e rejeita negociações
O Irã continuou bombardeando aliados dos EUA nesta terça. Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos interceptaram mísseis iranianos.
Motjaba Khamenei, líder supremo do Irã, rejeitou propostas para cessar-fogo transmitidas por intermediários. O país também pediu que a Fifa mude seus jogos da Copa do Mundo para o México.
Renúncia importante no governo americano
Joe Kent, responsável por contraterrorismo nos EUA, pediu demissão em protesto. Ele criticou a guerra no Irã e a influência do lobby israelense.
Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente aos Estados Unidos no momento do conflito.
Trump desdenha aliados da OTAN
Donald Trump criticou a recusa da OTAN em cooperar para liberar o Estreito de Ormuz. Ele afirmou não necessitar do apoio dos aliados europeus.
O presidente mantém o discurso de que os EUA sairão do Irã em futuro próximo, apesar de evidências contrárias.
Dados importantes do conflito
Segundo o Ministério da Saúde libanês, 2.221 pessoas ficaram feridas nos ataques israelenses. O Programa Mundial de Alimentos alerta que 45 milhões poderão sofrer fome aguda.
Duzentos especialistas em drones ucranianos atuam na região, conforme informou o presidente Volodimir Zelenski.

