Da Redação
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu segunda-feira (6) que magistrados precisam agir com prudência, integridade e discrição. A função judicial exige recato para preservar a imagem da Justiça perante a população.
Proximidade e interpretações
Mendonça reconheceu que magistrados estão sujeitos a equívocos e situações mal interpretadas. “Às vezes estamos próximos de pessoas sem ter relação efetiva, mas essa presença pode ser compreendida erroneamente”, afirmou durante cerimônia na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Credibilidade do Judiciário
O ministro enfatizou que a conduta de juízes impacta diretamente na confiança que o Judiciário recebe da sociedade. “Precisamos estar imunes a ações que comprometam conscientemente a credibilidade esperada em um magistrado”, declarou.
Integridade além do reconhecimento
Para Mendonça, integridade significa tomar decisões corretas pelos motivos justos, independente de reconhecimento público. “Fazer o certo mesmo sem aplausos, até sendo criticado, é essencial para a função”, explicou durante o evento.
Imparcialidade e equidade
O ministro reforçou que imparcialidade significa tratar todos igualmente, sem privilégios ou perseguições. “Considerar interesses de forma equânime, sem favorecer amigos ou prejudicar inimigos, é dever fundamental”, complementou Mendonça.
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