Da Redação
Voto da ministra no STF
A ministra Cármen Lúcia votou nesta segunda-feira pela condenação de Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado é acusado de difamação contra a deputada Tabata Amaral. O placar chegou a dois votos contra Eduardo.
O voto de Cármen acompanhou a decisão do relator, ministro Alexandre de Moraes. A ação penal foi movida por Tabata em 2021.
Acusações e negações
Eduardo acusou Tabata de favorecer o empresário Jorge Paulo Lemann através de projeto de lei. A proposição distribuiria absorventes em espaços públicos. O ex-deputado alegou que Lemann teria ligações com a Procter & Gamble.
Tanto o empresário quanto a multinacional negaram qualquer envolvimento com a proposta legislativa em questão.
Pena proposta pela ministra
Moraes votou por condenação de um ano em regime aberto para Eduardo Bolsonaro. Ele também deve pagar 39 dias-multas, totalizando R$ 126,4 mil. Cármen Lúcia apoiou a mesma sentença do relator.
O ministro argumentou que Eduardo descredibilizou a atuação parlamentar da deputada com suas acusações.
Continuação do julgamento
O julgamento prossegue no plenário virtual da Primeira Turma do STF. Os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino ainda precisam votar sobre o caso. A decisão deve ser finalizada na próxima terça-feira.
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