Da Redação
O ex-governador de Goiás e pré-candidato presidencial Ronaldo Caiado (PSD) declarou apoio ao projeto de lei que criminaliza a misoginia. A posição, anunciada em São Paulo, diverge de outros nomes da direita que disputarão a presidência.
Posicionamento favorável do tucano
Caiado afirmou estar espantado com resistências ao projeto durante sua gestão. O político ressaltou que toda campanha de empoderamento feminino e combate à agressão merece seu apoio incondicional.
Segundo o ex-governador, o debate transcende o termo misoginia. Ele considera a discussão sobre o tema essencial para evolução civilizatória, não apenas ideológica do país.
Divergências entre candidatos de direita
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou a favor mas solicita ajustes. Ele acredita que a definição atual é ampla e imprecisa demais para aplicação prática.
Romeu Zema (Novo), ex-governador mineiro, rejeita completamente a medida. O político argumenta que o projeto prejudica liberdades fundamentais de expressão.
Andamento legislativo e penalidades
O Senado aprovou o projeto em março sob relatoria de Soraya Thronicke (PSB-MS). O texto aguarda despacho na Câmara dos Deputados.
A medida prevê penas de dois a cinco anos de reclusão para condenados. O projeto equipara a misoginia ao crime de racismo em termos legais.
Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região.

