*Da Redação*
Militares britânicos executaram operação de paracedismo para levar suprimentos e apoio médico à ilha Tristão da Cunha. A ação foi motivada pela suspeita de hantavírus em um cidadão britânico no território ultramarino britânico. A Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA) confirmou o caso suspeito em 9 de maio de 2026.
Operação de paracedismo médico
A missão envolveu seis paraquedistas e dois médicos militares da Força Aérea do Reino Unido. A equipe partiu da Inglaterra em avião militar RAF A400, fazendo parada na Ilha de Ascensão antes de chegar ao destino final. Foi a primeira vez que médicos foram entregues por paracedismo nessa região.
Paciente com suspeita de hantavírus
O cidadão britânico apresentou sintomas compatíveis com hantavírus em 28 de abril de 2026. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o paciente encontra-se estável e isolado no momento. O homem estava em um cruzeiro que sofreu surto da doença e passou pela ilha em abril.
Necessidade estratégica da operação
O Ministério de Defesa do Reino Unido justificou a operação pela necessidade de garantir o estoque de oxigênio na ilha. O paracedismo foi considerado o método mais rápido para entregar ajuda médica à população de Tristão da Cunha, conhecida como a ilha mais isolada do mundo com habitantes.
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