Da Redação
A tecelagem artesanal das redeiras do Limpo Grande, distrito rural de Várzea Grande, ultrapassou os quintais comunitários e conquistou reconhecimento nacional. O processo de transformação iniciou quando a Associação das Redeiras de Limpo Grande – Tece Arte participou de editais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
Aceleração criativa impulsiona negócio de tecelagem artesanal
O edital de Aceleração do Crescimento MOV_MT, promovido pela Superintendência de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, representa o ponto crucial da transformação. Com isso, surgiram parcerias com estilistas consagrados e oportunidades em eventos comerciais relevantes.
O volume de pedidos cresceu exponencialmente após essas ações. A técnica tradicional, considerada exclusiva em Mato Grosso, ganhou visibilidade e demanda junto ao público consumidor.
Grupo expande de 15 para 53 participantes em três anos
Fundada em novembro de 2021, a associação iniciou com apenas 15 mulheres artesãs. Atualmente, 53 redeiras integram o coletivo produtivo. A formalização legal mostrou-se essencial para perpetuar a tradição.
Conforme a presidente Jilaine Maria da Silva Brito, a institucionalização garantiu a preservação da técnica ancestral transmitida por indígenas da etnia Guanás. Consequentemente, a organização expande sua atuação nos mercados regionais e nacionais continuamente.
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