Da Redação
A inteligência artificial está reconfigurando a maneira como bilhões de usuários acessam informações online. Por décadas, ferramentas de busca dominaram o acesso a dados digitais. Usuários inseriam palavras-chave e obtinham listagens de links para análise pessoal.
Novo modelo de busca emerge
Plataformas como ChatGPT, Gemini e Copilot apresentam respostas elaboradas, contextualizadas e ajustadas ao perfil do usuário. O modelo tradicional cede espaço para uma abordagem mais direta e personalizada. A mudança representa um ponto de inflexão na história da internet.
Dados confirmam transformação
Pesquisa da consultoria McKinsey revela que metade dos consumidores já utiliza plataformas de busca baseadas em IA. O e-commerce experimenta impactos significativos, com sistemas inteligentes influenciando descoberta de produtos. Conforme Edson Alves, CEO da Ikatec, transitamos para uma internet baseada em respostas prontas.
“O usuário não recebe mais listas de links, mas sínteses contextualizadas e personalizadas”, afirma o executivo. Essa transição marca a saída de um modelo centrado em buscas para outro orientado por respostas diretas.
Interação mais natural com tecnologia
A forma de comunicação com sistemas inteligentes evoluiu significativamente nos últimos meses. Usuários abandonam combinações de palavras-chave e adotam conversas em linguagem natural com assistentes de IA. Danilo Fonseca, sócio da Saving, observa essa transformação.
“Buscas evoluíram de termos isolados para conversas em linguagem natural”, explica. A experiência torna-se mais intuitiva, reduzindo drasticamente o tempo necessário para localizar dados relevantes. Esse movimento encerra uma era tradicional na navegação digital.
Fonte: Olhar Digital
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