Da Redação
A Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) elegeu sua nova diretoria para um mandato de três anos. Portanto, o engenheiro florestal Fausto Hissashi Takizawa assume a presidência. Além disso, sua principal missão é consolidar a entidade como articuladora de políticas públicas. Consequentemente, a meta central é impulsionar a produção sustentável de florestas plantadas no estado. Dessa forma, a gestão buscará integrar produtores, agroindústria, poder público e centros de pesquisa.
O novo Conselho de Administração será empossado no próximo dia 8 de dezembro. A equipe inclui o vice-presidente Glauber Silveira da Silva e o secretário-geral Clair Bariviera. Posteriormente, os trabalhos do triênio 2025-2028 se basearão em três pilares. Assim, a Arefloresta pretende superar os desafios financeiros e técnicos do setor.
Nova gestão prioriza viabilidade financeira e difusão técnica
A nova diretoria da Arefloresta tem como prioridade viabilizar financeiramente a atividade florestal. Primeiramente, o setor enfrenta juros elevados. Além disso, o longo prazo de retorno do investimento é um obstáculo. Segundo o presidente eleito Fausto Takizawa, o uso do capital é intenso no início. Por isso, a associação articulará com diversos atores para criar instrumentos financeiros compatíveis.
Além das finanças, a Arefloresta focará na difusão de conhecimento técnico. Para isso, a associação pretende estreitar laços com universidades. Também buscará parcerias com a Embrapa e centros de pesquisa. O objetivo final é fomentar o plantio de florestas de forma tecnicamente adequada.
Setor enfrenta longo ciclo de investimento e alto custo inicial
O setor de florestas plantadas em Mato Grosso enfrenta um ciclo de investimento longo. Por exemplo, o retorno para o eucalipto pode levar de seis a sete anos. Já para a teca, o prazo pode chegar a 20 anos. Inicialmente, o investimento é intenso, com custos concentrados em mudas, insumos e plantio. Essa realidade exige políticas de crédito adaptadas.
A Arefloresta atuará para criar um ambiente de negócios mais atraente. Segundo o presidente, a meta é melhorar a competitividade e rentabilidade. Por fim, a articulação com o governo será crucial para desenvolver linhas de crédito adequadas.
Cuiabá sediará conferência mundial de teca em 2028
A nova gestão da Arefloresta já projeta um evento de impacto internacional. Em 2028, Cuiabá sediará a World Teak Conference. Esse evento é conduzido pela Embrapa Florestas. Além disso, a associação participará ativamente da organização. Consequentemente, o evento receberá produtores e pesquisadores de todo o mundo.
A escolha de Mato Grosso reforça a relevância global do estado no setor. De fato, Mato Grosso é o maior produtor de madeira de teca para exportação. Por isso, a Arefloresta ganha uma relevância internacional ainda maior.
*“Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região”*

