*Da Redação*
O mercado de boi gordo abre a semana sob tensão entre frigoríficos e pecuaristas brasileiros. Enquanto as indústrias pressionam pela redução de preços, produtores adotam postura defensiva, limitando disponibilidade de animais para abate.
Cota da China pressiona negociações
O esgotamento antecipado da cota de exportação para a China, principal mercado da carne bovina brasileira, intensifica as negociações. Conforme analistas apontam, esse contexto redefine a estratégia das indústrias exportadoras completamente.
Frigoríficos dependentes do mercado chinês ampliam a pressão sobre o mercado físico. O objetivo é adquirir gado em patamares significativamente menores que os atuais.
Pecuaristas resistem à pressão
Apesar das pressões exercidas, produtores mantêm posição firme. Dados da Agrifatto revelam que o volume de negociações permanece insuficiente para ampliar as escalas de abate.
As escalas continuam próximas a oito dias na média nacional, indicando oferta controlada. Muitos pecuaristas recusam vender na expectativa de manutenção dos preços atuais.
Mercado de alta competitividade
Esse cenário cria ambiente de disputa direta entre compradores e produtores. A oferta ajustada sustenta os patamares de preço, impedindo novas quedas no mercado.
Fonte: CompreRural
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