Da Redação
O mercado bovino brasileiro experimenta um período de intensa atividade comercial. Exportações recorde e forte demanda chinesa impulsionam abates e mantêm preços estáveis no segmento do boi gordo. A incerteza cresce conforme a cota de importação chinesa se aproxima do esgotamento.
Números recentes indicam ritmo acelerado
No primeiro trimestre de 2026, as exportações brasileiras atingiram 701,6 mil toneladas de carne bovina. Este resultado representa crescimento de 19,7% comparado ao mesmo período anterior. Dados mostram que aproximadamente 43% da cota chinesa já foi consumida pelo ritmo atual de compras.
Pressão interna aquece o mercado de ofertas
A demanda externa acelera decisões no pecuarista nacional. Foram abatidas 9,5 milhões de cabeças no trimestre, com aumento de 5,76% em março. O abate de fêmeas cresceu 2,8% no período, revelando que criadores antecipam vendas de novilhas para aproveitar a janela externa.
Expectativas para período pós-cota
Especulações aumentam sobre cenários após o preenchimento total da cota chinesa. Analistas avaliam possíveis impactos na oferta interna e na formação de preços. O setor se prepara para adaptações estratégicas conforme a situação evoluir nos próximos meses.


