Da Redação
Previsões do Centro de Previsão Climática (CPC) da NOAA apontam elevação significativa na probabilidade do El Niño durante 2026. O fenômeno caracteriza-se pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial. Diferentes regiões brasileiras devem sofrer impactos climáticos importantes nos próximos anos.
O fenômeno e suas características
O El Niño integra o sistema ENOS (El Niño-Oscilação Sul) e apresenta três fases distintas: quente, fria ou neutra. Durante episódios, as temperaturas superficiais do mar ficam acima de 0,5°C da média histórica. Esses períodos podem persistir por mais de dois anos consecutivos.
O enfraquecimento dos ventos alísios permite que águas mais quentes permaneçam na superfície do Pacífico. Esse processo desencadeia a formação e intensificação do fenômeno climático em escala global.
Impactos esperados no Brasil
O El Niño provoca efeitos contrapostos nas diferentes regiões brasileiras. Enquanto aumenta o risco de seca nas regiões Norte e Nordeste, favorece grande volume de chuvas no Sul do país.
Para o Centro-Oeste e Mato Grosso, região produtora de soja, milho e algodão, é essencial acompanhar essas previsões climáticas. O planejamento das safras e o manejo de riscos climáticos nos próximos anos dependem dessas informações meteorológicas.
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