Da Redação
O El Niño, confirmado em julho de 2026 pelo Centro de Previsão Climática da NOAA, intensificará contrastes climáticos no território brasileiro. Enquanto o Sul enfrenta acúmulo de umidade, o centro-norte, incluindo Mato Grosso, sofrerá com temperaturas elevadas e escassez hídrica. Análises indicam 81% de probabilidade de intensidade muito forte entre outubro e dezembro de 2026.
Impactos na agricultura do Centro-Oeste
Para produtores de soja, milho, algodão e pecuaristas da região, o fenômeno representa ameaças consideráveis. O El Niño altera os padrões de precipitação, aumenta temperaturas e reduz disponibilidade de água nos solos. A Organização Meteorológica Mundial projeta intensificação acelerada com anomalias térmicas superiores a 2°C no Pacífico Equatorial.
Análise técnica e variações de risco
Pesquisas da FAO com 41 anos de dados de satélite demonstram que El Niño intenso pode ocasionar perdas de safras, mortandade de rebanhos e redução na disponibilidade hídrica. Os impactos variam conforme estágio de desenvolvimento das plantas, características do solo e interação com sistemas atmosféricos adicionais. Produtores mato-grossenses devem monitorar previsões sazonais para otimizar o planejamento agrícola.
Fonte: CompreRural
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