Da Redação
Transição climática marca o período no Cerrado
O outono representa momento crucial de transformação para lavouras no Cerrado. A estação marca fim do período chuvoso e aproximação da estiagem. Segundo dados da Conab, redução de chuvas, solo ressecado e temperaturas elevadas impactam especialmente cultivos de segunda safra.
Apesar dos desafios climáticos, o período oferece oportunidades estratégicas para reorganização. Produtores podem planejar melhor suas operações com menos interrupções. Decisões tomadas agora influenciarão resultados das próximas colheitas.
Aproveitamento da umidade residual é fundamental
Menor umidade do solo no Centro-Oeste e Sudeste facilita finalizações de colheitas em abril e maio. Produtores de segunda safra devem focar em aproveitar melhor água residual disponível. Chuvas intensas do verão atrasaram plantios, reduzindo a janela ideal para algumas culturas.
Investimentos em cultivares adaptadas ao clima local tornam-se essenciais neste cenário. Mudanças no planejamento inicial são necessárias. Flexibilidade e conhecimento técnico definem êxito ou prejuízo nesta etapa.
Manejo fitossanitário demanda atenção redobrada
Milho, feijão e algodão mantêm potencial produtivo com manejo apropriado no Centro-Oeste. Temperaturas mais altas favorecem proliferação de pragas típicas do outono. Lagarta-do-cartucho, mosca-branca e percevejos aparecem frequentemente nesta estação.
Monitoramento constante das lavouras é imprescindível para controle eficaz. A disponibilidade hídrica continua sendo fator crítico no desenvolvimento das plantas. Atenção integrada ao clima e às pragas potencializa as colheitas.
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