Da Redação
A vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) representa uma das maiores ameaças à produtividade agrícola no Brasil. Este pequeno besouro ataca mais de 200 espécies vegetais, afetando soja, milho, feijão e batata. Sua ação prejudicial ocorre durante todo o ano, diferentemente de outras pragas sazonais.
Larvas causam danos ao sistema radicular
As larvas, chamadas de larva-alfinete, atacam as raízes das plantas comprometendo absorção de água e nutrientes. No milho, provocam o fenômeno do “pescoço-de-ganso”, fazendo plantas tombarem e inviabilizando colheita mecanizada. Esse cenário abre caminho para patógenos de solo que agravam a saúde fitossanitária.
Perdas podem atingir 40% da produção
Sem controle adequado, os prejuízos à produtividade podem alcançar 40% em áreas infestadas. A situação se agrava quando pragas secundárias se instalam na cultura danificada. O impacto econômico afeta especialmente produtores do Centro-Oeste.
Manejo integrado é essencial
Especialistas da Embrapa recomendam rotação de culturas como estratégia fundamental de controle. Monitoramento constante das lavouras permite detecção precoce da praga. Ações integradas garantem sustentabilidade produtiva e saúde fitossanitária das áreas cultivadas.
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