Da Redação
A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap), coletou aproximadamente 9,8 mil toneladas de resíduos depositados irregularmente. A ação se estendeu durante doze meses, entre julho de 2025 e julho deste ano.
O volume removido equivale a 1.500 caminhões completamente carregados. Cada veículo comporta até 6,5 toneladas de material direcionado adequadamente ao aterro sanitário local.
Impactos dos bolsões de lixo no ambiente
Os denominados “bolsões de lixo” caracterizam-se como locais onde ocorre aglomeração irregular de resíduos. Nesses espaços encontram-se móveis descartados, eletrodomésticos inutilizados, material de construção e restos de poda.
Conforme relato do secretário Álvaro Fachin, o descarte clandestino configura o principal problema ambiental enfrentado atualmente. “Deposita-se sempre nos mesmos locais, criando bolsões limpos repetidamente, porém com reinicidência”, enfatiza.
Fiscalização e penalidades administrativas
A administração municipal combina operações de limpeza periódica com fiscalização intensiva. Assim, responsáveis recebem multas administrativas entre R$ 2,3 mil e R$ 4 milhões.
O descarte irregular também gera implicações legais nas esferas civil e criminal. As penalidades consideram o tipo de material, quantidade e antecedentes do infrator.
Ecopontos ampliam horário de funcionamento
Rondonópolis conta com quatro ecopontos distribuídos estrategicamente pela cidade. Localizam-se no Residencial Paiaguás, Vila Paulista, Rodovia do Peixe e Vila Operária.
Por orientação do prefeito Cláudio Ferreira, os pontos funcionam de 6h às 18h, inclusive em fins de semana. Dessa forma, facilitou-se o acesso da população ao descarte apropriado.
Os ecopontos recebem móveis, eletrodomésticos, galhos, restos de construção, gesso, plásticos, papelão, metais, sucatas e eletrônicos danificados, dentre outros materiais.
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