Da Redação
A Mesa Técnica sobre a situação da Coder encerra nesta segunda-feira, 24 de novembro de 2025, em Cuiabá. O TCE-MT, sob presidência do conselheiro Valter Albano, conclui que a companhia encontra-se em estado falimentar. A liquidação emerge como única alternativa viável. Desde março, a Prefeitura de Rondonópolis e Sispmur participam dos debates.
Endividamento Crítico da Empresa
A Coder acumula passivo de R$ 240 milhões em obrigações financeiras. A situação impede a emissão de certidões negativas junto ao INSS e FGTS. Sem essas documentações, novos contratos tornam-se inviáveis. Manter a operação ameaça o equilíbrio fiscal municipal.
Rejeição do Plano de Reestruturação
A companhia apresentou proposta de reestruturação aos órgãos de controle. Os números apresentados não se sustentam financeiramente. O TCE descartou a possibilidade de recuperação. A gestão direta dos serviços pela administração pública constitui a saída indicada.
Tramitação e Próximas Etapas
O Pleno do TCE votará a ata da reunião técnica ainda esta semana. A aprovação homologará o processo de liquidação. A Prefeitura encaminhará relatórios semestrais de andamento. Essa sistemática garantirá transparência ao processo.
Principais Indicadores da Situação
- Passivo Total: R$ 240 milhões
- Certidões de Regularidade: Bloqueadas (INSS e FGTS)
- Recomendação do TCE: Liquidação da Coder
- Modelo de Gestão: Administração direta municipal
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