Da Redação
Mudança no cenário econômico global
O Brasil saiu do grupo das dez maiores economias mundiais em 2025, segundo dados internacionais baseados em PIB nominal. O país ocupou a 11ª posição no ranking global de potências econômicas. A Rússia ultrapassou a economia brasileira e integra o Top 10, apesar das sanções e conflito prolongado.
A economia russa atingiu aproximadamente US$ 2,54 trilhões, enquanto o PIB brasileiro estagnou em torno de US$ 2,26 trilhões, conforme estimativas do Fundo Monetário Internacional. Essa reconfiguração reposiciona o Brasil fora das principais potências globais.
Configuração das potências mundiais
O ranking utiliza o PIB nominal em dólar como principal indicador para medir o tamanho das economias nacionais. As dez maiores potências são: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Índia, Reino Unido, França, Itália, Rússia e Canadá.
O Brasil figura na 11ª posição, marcando uma queda significativa no cenário econômico internacional após recuperação em anos anteriores.
O crescimento russo e a desaceleração brasileira
A Rússia expandiu seu resultado financeiro mesmo em contexto de guerra iniciado em 2022. Aumento de gastos militares, exportações de energia, redirecionamento comercial para a Ásia e valorização cambial sustentaram o crescimento.
O Brasil registrou desaceleração econômica em 2025, com expansão estimada em apenas 2,3%. Juros elevados, fraco crescimento industrial, queda de investimentos e incertezas fiscais explicam a perda de ritmo.
Desafios para o futuro nacional
A saída do grupo de elite reforça necessidade urgente de reformas estruturais focadas em produtividade. Economistas defendem melhoria do ambiente de negócios e inovação tecnológica como prioridades essenciais.
Apesar da queda, Brasil mantém posição de maior economia da América Latina. O mercado interno robusto e força agrícola garantem relevância, porém desafio do crescimento consistente permanece.
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