Da Redação
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 14,25% em decisão esperada pelo mercado. A redução não foi unânime entre os membros do colegiado. O comunicado mantém incerteza sobre novos cortes na próxima reunião em 4 e 5 de agosto.
Equilíbrio entre inflação e crescimento
O Copom reconheceu os efeitos dos juros elevados na economia brasileira. A autoridade monetária também destacou as incertezas inflacionárias domésticas e globais. O banco central buscou equilibrar a convergência de preços sem prejudicar excessivamente o crescimento econômico.
Cenário externo desafiador
A autoridade monetária apontou indefinições no Oriente Médio como fator de incerteza. Volatilidade nos preços de ativos e commodities também preocupa o Copom. Esses fatores exigem postura cautelosa dos países emergentes, segundo a decisão.
Sinais domésticos de aquecimento
O primeiro trimestre registrou aceleração da atividade econômica, conforme o Copom. O mercado de trabalho mantém resiliência em cenário atual. A inflação continua acelerada e afastada da meta estabelecida.
Riscos persistentes à inflação
O comunicado enfatiza que os riscos inflacionários permanecem superiores ao padrão histórico. Expectativas apontam inflação de 3,7% para o quarto trimestre de 2027. Analistas avaliam que o corte de 0,25 ponto percentual pode ser o último do ciclo.
A continuidade da redução de juros dependerá da evolução do cenário macroeconômico. Sinais de controle inflacionário podem determinar a próxima decisão do Copom. Mercado acompanha atentamente o comportamento dos preços e da atividade econômica.
Fonte: InfoMoney
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