Da Redação
Crescimento impulsionado por tecnologia
A economia mundial surpreendeu positivamente nos períodos recentes, resistindo às políticas protecionistas e tarifas comerciais elevadas. Segundo dados da OCDE, o PIB global expandiu 3,2% em 2024, mantendo trajetória ascendente.
O consumo forte das famílias americanas e investimentos massivos em Inteligência Artificial e data centers funcionaram como principais propulsores dessa estabilidade econômica. A desvalorização do dólar beneficiou mercados emergentes, incluindo Brasil, contribuindo para controle inflacionário nessas regiões.
Desempenho da Europa e China
A Europa superou previsões pessimistas com resultados positivos em Espanha, Grécia e Itália. Esses países cresceram acima da média das economias centrais da zona do euro.
A China registrou crescimento aproximado de 4,8% em 2025 sob governo de Xi Jinping. O país alcançou superávit comercial inédito de um trilhão de dólares, consolidando recorde de exportações que compensou fraca demanda interna.
Perspectivas e riscos para 2026
Projeções apontam leve desaceleração em 2026, com crescimento global estimado em 2,9%. O mercado enfrentará cenário de juros elevados e dívidas públicas altas em diversos países.
A tecnologia permanece como centro das oportunidades econômicas globais. Inteligência Artificial promete ganhos de produtividade capazes de auxiliar redução inflacionária. Porém, especialistas alertam que otimismo excessivo sobre essas tecnologias pode gerar bolhas e correções abruptas nos mercados financeiros.
Desafios nos Estados Unidos
Os Estados Unidos enfrentam pressões relacionadas ao custo de vida e questões migratórias, fatores que influenciarão eleições legislativas de 2026. A inovação e monitoramento constante das políticas tarifárias serão essenciais para as grandes potências.
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