Da Redação
O lançamento de Peaky Blinders: O Homem Imortal na Netflix reavivou debates entre seguidores da série britânica. A ausência de Paul Anderson, intérprete de Arthur Shelby, gerou questionamentos sobre os motivos da exclusão do elenco do filme.
Morte no passado
Conforme o roteiro do diretor Tom Harper, Arthur teria sido assassinado por Tommy em 1938. O personagem aparece apenas em flashbacks que contextualizam este evento trágico na narrativa.
A produção utilizou um dublê de corpo para as cenas do passado. Paul Anderson não participou das gravações do longa-metragem que encerra a jornada do protagonista durante a Segunda Guerra.
Decisão criativa
Steven Knight, criador da franquia, descartou especulações sobre questões legais envolvendo o ator em 2024. Ele afirmou ao The Hollywood Reporter que a escolha foi exclusivamente narrativa.
Segundo Knight, Tommy Shelby precisava carregar o peso de uma ação imperdoável para seu arco de transformação. O desenvolvimento emocional do personagem principal exigia esse fardo específico na trama.
O roteirista enfatizou que a história foi definida muito antes das polêmicas recentes. A trajetória de Tommy demandava essa profundidade emocional para funcionar adequadamente.
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