*Da Redação*
Xororó, integrante da dupla Chitãozinho & Xororó, compartilha experiência inusitada no programa Que História É Essa, Porchat? exibido pela GNT nesta terça-feira, 11 de novembro de 2025. O cantor relata ter sido atingido por tiro de festim durante apresentação circense nos primórdios da carreira artística.
O projétil atingiu as costas e a panturrilha do artista, deixando marcas permanentes no corpo. Xororó exibe a cicatriz e descreve a sensação: “Tiro de festim queima, dói, mas não mata”. O incidente transformou-se em anedota folclórica entre admiradores da música sertaneja.
#### A origem do acidente
Duplas sertanejas apresentavam-se em circos buscando visibilidade e consolidação profissional na época. Um figurante da plateia disparou a arma durante improviso do espetáculo. Xororó pondera sobre os riscos do momento: se o projétil atingisse o rosto, as consequências seriam graves.
O episódio reforça a autenticidade dos shows circenses, marcados pela espontaneidade e proximidade com o público durante as apresentações artísticas.
#### Influência na trajetória artística
Narrativas como essa consolidam a relação entre artistas e admiradores, demonstrando resiliência profissional. Os circos contribuíram para desenvolvimento da improvisação e conexão emocional com plateias. Xororó inclui o caso no que chama de “kit perrengue”, junto a outras aventuras como mordida de macaco.
#### Repercussão nas redes
Trecho do depoimento ganhou circulação no X, rede social, a partir de contas do GNT. Fãs reagem com nostalgia e admiração pela trajetória do músico. O programa vai ao ar toda terça-feira, às 21h45, na emissora.
#### Principais aspectos do relato:
- Improviso com público em apresentações circenses gerava situações imprevistas
- Cicatriz corporal torna-se símbolo de superação profissional
- Histórias autênticas fortalecem identidade da música sertaneja
- Transparência sobre riscos humaniza trajetória de artistas
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