Da Redação
Traçado com características desafiadoras
O Baku City Circuit combina obstáculos únicos no calendário da Fórmula 1. Com 6.003 quilômetros, o circuito alterna entre uma das retas mais longas e seções extremamente comprimidas na zona histórica.
Os competidores precisam adaptar constantemente sua estratégia de pilotagem ao longo do percurso. Curvas lentas precedem acelerações intensas e frenagens violentas, enquanto barreiras se aproximam perigosamente em várias ocasiões.
O espaço para recuperação de erros é praticamente inexistente em um circuito urbano. Uma frenagem imprecisa ou linha de traçado errada frequentemente culmina em colisão com os muros laterais.
Registro histórico de desistências
A estreia do GP do Azerbaijão em 2017 marcou sete abandonos, incluindo pilotos como Kimi Raikkonen, Sergio Pérez, Felipe Massa e Max Verstappen.
Similarmente, 2018 repetiu o mesmo número de desistências. Destaca-se a colisão entre Ricciardo e Verstappen na volta 39, além do problema de pneu de Valtteri Bottas no final da corrida, que beneficiou Lewis Hamilton.
Subsequentemente, os números oscilaram. 2019 teve quatro abandonos, assim como 2021. Em 2022 foram cinco desistências, enquanto 2023 apresentou apenas dois casos.
Melhora na segurança e confiabilidade
A edição de 2024 registrou quatro abandonos, enquanto 2025 alcançou recorde histórico com apenas uma desistência. Apesar disso, todas as oito edições tiveram pelo menos um piloto sem completar a prova.
Assim, a trajetória evidencia que Baku não mantém necessariamente a mesma frequência de incidentes. As desistências reduziram expressivamente nos últimos anos, porém o traçado segue desafiador e exigente para os pilotos.
Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região.


