Da Redação
Gasly recupera terceira posição após anulação de penalidade
A Fédération Internationale de l’Automobile (FIA) anulou na sexta-feira passada as penalidades impostas ao francês Pierre Gasly em Mônaco. O piloto recuperou a terceira colocação no pódio após revisão técnica. Análise com tecnologia a laser revelou erro na medição da distância entre pontos de controle.
Os comissários constataram que a distância real era inferior à utilizada pelo sistema de cálculo original. Ao recalcular, verificaram que Gasly não ultrapassou 60 km/h no pit lane. Consequentemente, a punição foi completamente revogada pela entidade reguladora.
McLaren formaliza recurso ao tribunal internacional
A decisão gerou reações entre competidoras. A McLaren Racing formalizou notificação oficial de recurso ao Tribunal Internacional de Apelação da FIA. A escuderia apresentou argumentos relacionados à justiça desportiva e consistência regulatória.
Em comunicado à imprensa, a McLaren argumenta que a revogação posterior cria desvantagem para equipes que cumpriram as regras. A franquia questiona a integridade da competição e a aplicação consistente das normas regulamentares estabelecidas.
Red Bull e Mercedes também pleiteiam revisão
A Red Bull articula nos bastidores a apresentação do recurso contra a decisão. O time perdeu a segunda colocação de Isack Hajdar com a reintegração de Gasly. A Mercedes também sinalizou intenção de recorrer, conforme afirmou o chefe Toto Wolff.
Permanece incerto se a solicitação da Mercedes é admissível segundo os procedimentos da FIA. A franquia aguarda orientações adicionais da entidade reguladora sobre processos específicos de apelação.
Procedimentos padrão questionados pelas equipes
Durante o fim de semana em Mônaco, as equipes atuaram conforme regulamentos estabelecidos pela FIA. Ajustaram procedimentos de acordo com práticas padrão e aceitaram penalidades quando impostas. A anulação posterior gerou insatisfação generalizada no grid.
A McLaren reafirma respeito total aos processos jurídicos da FIA e ao papel dos comissários desportivos. Todavia, enfatiza que o caso levanta questões fundamentais sobre igualdade competitiva e confiança regulatória.
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