Da Redação
A final da Copa Africana de Nações registrou momentos de tensão nos acréscimos do tempo regulamentar. O árbitro marcou pênalti para o Marrocos após consulta ao VAR, decisão que provocou forte revolta dos jogadores e comissão técnica senegalesa.
Decisão controversa nos últimos instantes
Com um minuto e trinta segundos para encerrar o tempo normal, a arbitragem assinalou falta de El Hadji Malick Diouf sobre Brahim Díaz dentro da área. A marcação desagradou profundamente os senegaleses, que já havia sofrido anulação de gol anteriormente na partida.
Protesto e paralização do jogo
Jogadores de Senegal imediatamente cercaram o árbitro em protesto. O técnico Pape Thiaw pediu para seus atletas saírem do campo em repúdio à decisão, deixando a partida paralisada por alguns minutos.
Sadio Mané interviu na situação e convenceu os companheiros a retornarem ao gramado. O clima permanecia tenso quando Brahim Díaz se preparava para a cobrança do pênalti.
Goleiro defende e mantém esperança
Díaz optou por uma cavadinha, chutando no meio do gol. O goleiro senegalês defendeu com segurança, mantendo o empate no placar e levando a decisão para a prorrogação.
O fim do tempo regulamentar marca um dos lances mais controversos da competição, com arbitragem sob intensa pressão e ânimos amplamente exaltados.
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