Da Redação
Red Bull entra no debate sobre motores
A Red Bull Racing defende transformações profundas nas unidades de potência da Fórmula 1. A equipe austríaca pleiteia modificações no hardware dos motores, com implementação possível a partir de 2027. Essa posição reforça críticas públicas feitas por Max Verstappen ao conceito regulatório vigente.
O movimento vai além dos ajustes recentes confirmados para o GP de Miami. As mudanças já aprovadas limitam-se ao software e buscam otimizar o uso da energia. Assim, permitem que os pilotos explorem mais o limite dos carros, especialmente em voltas de classificação.
McLaren abre discussão sobre hibridismo
A discussão sobre alterações estruturais foi iniciada por Andrea Stella, líder da McLaren. Consequentemente, ele sugeriu revisar o conceito atual de divisão 50/50 entre bateria e motor a combustão no sistema híbrido. Conforme Stella, qualquer mudança mais profunda exigiria tempo considerável.
Por esse motivo, a implementação só poderia ocorrer a partir de 2027, devido à complexidade técnica e aos altos custos de desenvolvimento. Para sair do papel, a proposta precisa do apoio de uma supermaioria envolvendo equipes, fabricantes, a FIA e a Fórmula 1.
Audi e Red Bull fortalecem movimento
O cenário ganha força com o apoio da Red Bull e da Audi, que entrará como fornecedora de motores na categoria. A Mercedes acompanha de perto as discussões, fornecendo unidades para a McLaren. Dessa forma, a fabricante alemã é vista como dona de um dos motores mais fortes do grid.
Caso a proposta avance com apoio suficiente, a Mercedes pode ser pressionada a aceitar as mudanças. Entretanto, ainda não há definição clara sobre o nível de apoio necessário para aprovar as alterações estruturais. Tampouco foram detalhados quais seriam os novos conceitos técnicos.
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