Da Redação
Com o encerramento da temporada, o São Paulo iniciou processo de reformulação em diversos setores. O elenco profissional emerge como principal ponto de transformação, concentrando custos e decisões esportivas.
Três jogadores não permanecerão no Tricolor em 2026: Juan Dinneno, Luiz Gustavo e Emiliano Rigoni. Todos possuíam contratos até 31 de dezembro de 2025. O clube optou por encerrar os acordos e criar espaço para reorganização.
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Motivos das saídas de Dinneno, Rigoni e Luiz Gustavo
Para Dinneno e Rigoni, os contratos incluíam metas de desempenho necessárias para garantir continuidade. Como os objetivos não foram atingidos, a diretoria decidiu encerrar os acordos. O São Paulo libera recursos na folha salarial para buscar jogadores alinhados ao projeto.
O volante Luiz Gustavo, que atuava há dois anos no clube, também não teve contrato renovado. A decisão sinaliza tentativa de renovação do meio-campo com características físicas e técnicas distintas.
Mudanças também atingem a diretoria do clube
As alterações ultrapassam o elenco. O diretor Carlos Belmonte deixará o cargo e não seguirá em 2026. A saída marca novo ciclo na gestão de futebol com possível chegada de dirigentes e mudanças internas.
Avaliações internas indicam que a reestruturação integra estratégia de reduzir custos e ajustar o elenco ao planejamento esportivo. O clube busca harmonizar folha salarial, desempenho em campo e aproveitamento dos jogadores.
Objetivo é reduzir custos e qualificar o elenco
O movimento atual concentra-se em atletas que não vinham sendo utilizados regularmente. Ao revisar esses contratos, o São Paulo pretende:
- aliviar a folha salarial;
- abrir espaço para novos reforços ou atletas da base;
- tornar o grupo mais equilibrado e competitivo.
Desta forma, o clube inicia 2026 com elenco mais enxuto e coerente com realidade financeira e metas esportivas da próxima temporada.
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