Da Redação
Orquídeas viçosas com muitas folhas, mas sem flores há tempos, podem estar em um “estado de conforto”. A situação é reversível com dois ajustes consistentes que sinalizam à planta quando é hora de emitir uma haste floral.
Por que a orquídea deixa de florescer
As orquídeas priorizam raízes e folhagem em ambientes muito estáveis ou sem estímulos externos. A falta de variação de luminosidade e temperatura faz a planta manter-se apenas, acumulando reservas sem direcioná-las para reprodução.
Substrato encharcado e fertilizantes com alto teor de nitrogênio também favorecem crescimento vegetativo em detrimento da floração. É necessário criar um “estresse positivo” que desperte o ciclo reprodutivo da planta.
Técnica correta de irrigação
A irrigação deve ocorrer apenas quando o substrato estiver quase seco. A imersão rápida é a técnica mais recomendada: coloque o vaso em recipiente com água por poucos minutos.
Deixe escorrer completamente após o processo. Evite acúmulo de água no pratinho ou centro da planta, pois isso favorece apodrecimento das raízes.
Amplitude térmica como estímulo principal
O grande segredo para disparar a floração é a amplitude térmica. Posicione o vaso perto de janela com boa ventilação durante a noite para estimular biologicamente a orquídea.
Essa queda natural de temperatura faz a planta compreender que a estação de floração chegou. O resultado é o surgimento de novas hastes em algumas semanas.
Luminosidade e adubação adequadas
A planta necessita de luz indireta intensa — aquela claridade que permite ler um livro próximo a ela, mas sem incidência direta do sol.
Para florescer, a orquídea demanda mais Fósforo e Potássio do que Nitrogênio. Opte por fertilizantes com fórmula específica para orquídeas, conforme recomendações do fabricante.
Fonte: Terra Brasil Notícias
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