Da Redação
Pesquisadores identificaram vasta diversidade de material genético no Sudário de Turim. A relíquia, venerada por muitos como o pano que envolveu Jesus Cristo, revelou DNA de dezenas de espécies. O estudo encontrou vestígios genéticos de pelo menos 14 pessoas de diferentes regiões globais.
Descobertas genéticas significativas
A quantidade de DNA recuperado superou até as expectativas de pesquisadores com tecidos altamente utilizados. Identificaram-se resíduos de cenouras, tomates, peixes, cães, gatos e diversos organismos. Quase 40% do DNA humano possui origem na Índia, sugerindo importação do linho do Vale do Indo.
Análise das amostras coletadas
As amostras foram coletadas originalmente em 1978 e reexaminadas com técnicas genéticas modernas. Encontrou-se DNA de indivíduo com ascendência europeia e judaica, possivelmente o cientista coletor. Também apareceu raro sinal genético da população druza árabe do Oriente Médio.
Outros organismos identificados
A pesquisa detectou vestígios de bananas, pimentões, milho, amendoins e animais diversos. Cães, gatos, galinhas, porcos, gado, cavalos e coelhos deixaram suas marcas no tecido. Séculos de contato produziram essa complexa composição biológica.
Autenticidade permanece em debate
O Sudário de Turim continua cercado por controvérsias quanto sua autenticidade original. Seu registro mais antigo data de 1354, quando apareceu em Lirey, França. A relíquia segue gerando intensos debates entre crentes e céticos.
Fonte: Olhar Digital
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