Da Redação
O governo da China expressou oficialmente seu apoio ao direito do Irã de proteger sua soberania, independência e dignidade. A manifestação ocorreu nesta segunda-feira através de conversa telefônica entre o ministro das Relações Exteriores chinês Wang Yi e o chanceler iraniano Seyed Abbas Araghchi.
Pequim defendeu a proteção dos interesses legítimos iranianos diante do conflito em curso. A China instou os Estados Unidos e Israel a cessarem as operações militares. O objetivo é evitar a propagação de instabilidade por todo o Oriente Médio, segundo comunicado oficial.
Denúncias de violações e ataques a civis
O ministro Araghchi afirmou que ações norte-americanas e israelenses violam o direito internacional. Segundo o Irã, não há alternativa senão a autodefesa com todas as suas forças. O chanceler denunciou impactos humanitários, incluindo morte de civis e crianças.
Conforme relato iraniano, ataques atingiram hospitais e escola na cidade de Minab. A ação resultou na morte de 171 meninas, segundo dados iranianos. O Irã cobra condenação firme da comunidade internacional contra o que chama de agressão coordenada.
Impactos globais e condolências
A crise reflete em preocupações econômicas mundiais, inclusive no Brasil. Especialistas monitoram riscos de choque na oferta de petróleo, pressão no IPCA e alterações na taxa Selic. A postura chinesa visa teoricamente frear a escalada inflacionária e militar.
O governo chinês apresentou condolências pelo falecimento do Aiatolá Khamenei, líder supremo da Revolução Islâmica. Em resposta, o Irã comprometeu-se a garantir segurança de cidadãos e instituições chinesas em seu território.
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