Da Redação
Ataques a campos de gás marcam o dia 20 do conflito
Nesta quinta-feira (19), Israel bombardeou o principal campo de gás iraniano Pars Sul. Em resposta, o Irã lançou uma série de ataques contra infraestruturas energéticas em múltiplos países da região.
Refinarias de petróleo no norte de Israel foram atingidas, mas sem danos significativos conforme governo israelense. Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait também relataram ataques iranianos a instalações de gás.
Trump ameaça destruir campo de gás iraniano
O presidente dos EUA afirmou que Israel reagiu de forma apropriada ao atacar infraestruturas iranianas. Porém, ameaçou destruir completamente o Pars Sul se novos ataques ocorrerem.
Trump garantiu que não há planos de enviar tropas terrestres para o conflito. Segundo ele, a guerra está avançada e deve terminar em breve, apesar do Pentágono solicitar US$ 200 bilhões adicionais ao Congresso.
Irã promete capacidade ilimitada de resposta
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, declarou que o país não terá restrições em futuros ataques. Afirmou que os bombardeios realizados representam apenas uma fração do potencial militar iraniano.
Netanyahu nega influência sobre decisões americanas
O primeiro-ministro de Israel negou ter convencido Trump a entrar na guerra contra o Irã. Questionou se alguém realmente acredita que pode influenciar decisões do presidente americano.
Netanyahu também afirmou que o ataque ao Pars Sul foi ação exclusivamente israelense e que o Irã não possui capacidade atual para enriquecer urânio ou fabricar mísseis balísticos.
Busca por aliados internacionais intensifica-se
Após recusa da Otan em apoiar operação para liberar o Estreito de Ormuz, EUA buscam suporte de outros países. Argentina sob Javier Milei admitiu possibilidade de apoio militar ao governo americano.
Arábia Saudita, diretamente atingida por ataques iranianos, considera ações militares próprias contra Teerã. Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão limitaram-se a condenar os bombardeios iranianos.

