O ministro das Florestas, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul, Dion George, é demitido nesta quarta-feira, 12 de novembro de 2025, durante a COP30 em Belém (PA). Portanto, Cyril Ramaphosa anuncia substituição por Willem Aucamp, porta-voz da Aliança Democrática (DA), sem motivos oficiais. Dessa forma, a demissão, a pedido da DA (12 pastas no gabinete), reduz delegação sul-africana a status de observadora na Meta Global de Adaptação (GGA).
Razões da troca Khumbudzo Ntshavheni, ministra da Presidência, revela: George divergiu de posição do gabinete em fóruns internacionais, incluindo COP30. Enquanto isso, John Steenhuisen (líder DA) nega “subdesempenho”, mas confirma pedido. Com isso, Aucamp toma posse em segunda (17/11). Além disso, remoção afeta co-presidência de George em debates de adaptação.
Papel na COP30 George assumiu em julho de 2024. Portanto, presidiu G20 em outubro de 2024, gerando Declarações de Cidade do Cabo sobre crimes ambientais. Assim, discursou em 7 de novembro na Cúpula de Líderes: “África do Sul quer GGA com indicadores mensuráveis e financiamento”. No entanto, impasse trava negociações: africanos, árabes e latinos pedem adiamento para 2027 e mais fundos de ricos.
Desafios da África do Sul O país foca transição energética para solar, eólica e hidrogênio verde. Dessa forma, descarboniza aço e alumínio. Enquanto isso, demissão reverbera: DFFE minimiza impacto, mas COP30 perde liderança sul-africana em resiliência climática.
Principais fatos da demissão:
- Motivo oficial: Divergências de gabinete
- Substituto:Willem Aucamp (DA)
- Status na COP30: Observador (não negociador)
- Impacto GGA: Adiamento possível para 2027
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