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Radar 364 > Mundo > Ex-governador opositor de Nicolás Maduro morre em prisão na Venezuela
Mundo

Ex-governador opositor de Nicolás Maduro morre em prisão na Venezuela

Alfredo Díaz, preso há cerca de um ano, teve morte comunicada como infarto, mas ONGs pedem investigação das circunstâncias

Por Roberto de Lira Publicados 6 de dezembro de 2025
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3 Min. de Leitura
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Ex-governador opositor de Maduro morre em prisão venezuelana; ONGs pedem investigação
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Da Redação

Conteúdo
Condições de detenção são denunciadas como cruéis e desumanasNúmero de mortes sob custódia estatal preocupa organismos internacionaisOposição venezuelana responsabiliza o regime de Maduro pela morteCaso deve aumentar a pressão internacional sobre o governo Maduro

As condições de detenção na Venezuela estão novamente em foco após a morte do ex-governador opositor Alfredo Díaz. Consequentemente, o político morreu na prisão de El Helicoide, sob custódia do serviço de inteligência (SEBIN). Além disso, as autoridades informaram à família que um infarto causou a morte na sexta-feira (5). Portanto, organizações de direitos humanos exigem uma investigação independente sobre as circunstâncias. Segundo as ONGs, as condições de detenção precárias e a falta de atendimento médico são responsabilidade do Estado.

A ONG Provea condenou veementemente o ocorrido. A organização destacou que Díaz ficou um ano incomunicável, sem visitas. Assim, o caso reacende o alerta sobre o tratamento dado a presos políticos no país.

Condições de detenção são denunciadas como cruéis e desumanas

As condições de detenção foram o centro da denúncia das organizações. A Provea afirmou que a situação de Díaz violou garantias básicas de defesa e integridade física. Além do mais, a entidade questiona se ele recebeu qualquer atendimento médico a tempo. Essa realidade se repete para outros presos políticos, conforme documentado pela ONU.

A Anistia Internacional também emitiu uma nota exigindo apuração. A diretora Ana Piquer pediu investigação por tribunais independentes sobre as violações. Ela afirmou que os crimes de lesa-humanidade precisam de resposta. Dessa forma, a morte evidencia um padrão repressivo do Estado.

Número de mortes sob custódia estatal preocupa organismos internacionais

A Provea revelou um dado alarmante sobre o sistema carcerário venezuelano. Pelo menos seis presos políticos morreram sob custódia do Estado entre agosto de 2024 e dezembro de 2025. Esse número reflete diretamente as condições de detenção precárias. Ele também mostra a falha do Estado em cumprir normas internacionais, como as Regras de Mandela da ONU.

A Missão de Apuração de Fatos da ONU já havia emitido um alerta sobre o tema. Em setembro, concluiu que o Estado não agiu com a devida diligência em mortes anteriores. Os presos não receberam assistência médica adequada. Logo, a morte de Díaz se encaixa em um padrão já documentado de negligência.

Oposição venezuelana responsabiliza o regime de Maduro pela morte

A líder opositora Maria Corina Machado reagiu com consternação à notícia. Ela afirmou que as circunstâncias das mortes de presos políticos revelam um padrão de repressão. Segundo ela, o aparato de segurança atua para perseguir e quebrar dissidentes.

A nota de Machado citou negação de atendimento médico, tortura e isolamento. Essas práticas, de acordo com a oposição, são sistemáticas no regime. Portanto, a morte de Díaz sob tais condições de detenção não é um evento isolado.

Caso deve aumentar a pressão internacional sobre o governo Maduro

A morte de um preso político de alto perfil deve intensificar o escrutínio internacional. Organizações globais de direitos humanos já se manifestaram. A comunidade internacional provavelmente exigirá respostas concretas sobre as condições de detenção no país.

O governo de Nicolás Maduro ainda não se pronunciou detalhadamente sobre o caso. A postura oficial tende a rejeitar as acusações. Finalmente, a tragédia coloca um holofote urgente sobre a situação carcerária venezuelana.

*Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região.*

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Roberto de Lira 6 de dezembro de 2025
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