Da Redação
Fechamento do estreito como medida de pressão
A Guarda Revolucionária iraniana anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz neste sábado. A decisão ocorre após o presidente Trump reafirmar que o bloqueio americano aos portos iranianos permanecerá ativo.
As forças armadas iranianas retomaram o controle total da via estratégica. O fechamento continuará enquanto os EUA mantiverem suas restrições aos portos de Teerã.
Impactos na crise energética mundial
Aproximadamente um quinto do petróleo mundial transita pelo Estreito de Ormuz diariamente. Novas restrições tendem a reduzir a oferta e pressionar novamente os preços internacionais.
Os preços do petróleo haviam recuado na sexta-feira com expectativas de acordo entre as potências. O novo fechamento reverte esse cenário otimista.
Bloqueio americano intensifica tensões diplomáticas
Os EUA enviaram forças militares e iniciaram bloqueio aos portos iranianos para pressionar negociações. A medida visa forçar acordo sobre programa nuclear e cessar-fogo regional.
Desde segunda-feira, 13, forças americanas obrigaram 21 navios a retornarem à região. A empresa Kpler confirmou tráfego restrito a corredores autorizados pelo governo iraniano.
Cessar-fogo no Líbano como ponto de inflexão
Israel e Hezbollah firmaram trégua de dez dias, atendendo a pressões americanas. Trump afirmou que Israel está proibido de novos ataques ofensivos ao Líbano.
O primeiro-ministro Netanyahu confirmou aceitar o cessar-fogo a pedido de Trump. Segundo ele, 90% do arsenal do Hezbollah foi destruído durante o conflito.
Negociações próximas ao desfecho
O ministro das Relações Exteriores do Paquistão afirmou que acordo entre EUA e Irã está muito próximo. Diplomatas paquistaneses trabalham para superar divergências entre as potências.
O Irã havia condicionado negociações ao fim do conflito Israel-Hezbollah. A trégua libanesa abre caminho para avanços nas conversações nucleares.
Deslocados retornam com cautela ao Líbano
Famílias começaram a retornar ao sul do Líbano apesar de alertas das autoridades. Bombardeios esporádicos continuam em áreas específicas.
Os combates deixaram aproximadamente 3.000 mortos no Irã e 2.290 no Líbano. Israel e países árabes do Golfo também registraram perdas significativas.
Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região.

