O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, revela nesta quinta-feira, 13 de novembro de 2025, a Operação Lança do Sul. Portanto, a ação, liderada pela Força-Tarefa Conjunta Lança do Sul e Comando Sul (SOUTHCOM), cobre 31 países da América do Sul, Central e Caribe. Dessa forma, defende a “pátria”, elimina narcoterroristas e bloqueia drogas que “matam o povo americano”. Com isso, o governo Trump intensifica operações no hemisfério, após 20 ataques a embarcações no Caribe e Pacífico desde setembro, com 70 mortes de supostos traficantes.
Objetivos da operação Hegseth enfatiza no X: “O hemisfério ocidental é nossa vizinhança – e o protegeremos”. Enquanto isso, foca em cartéis como Cartel de Sinaloa e Jalisco Nova Geração, que enviam fentanil e cocaína aos EUA. Além disso, ações incluem drones, navios e inteligência compartilhada com aliados latinos. Assim, alinha-se à doutrina “América para os Americanos”, priorizando fronteiras contra influxo de opioides.
Contexto e reações Anúncio surge em meio a desgaste político de Trump com escândalos como Jeffrey Epstein. Portanto, Hegseth usa a operação para projetar força. No entanto, críticos no Congresso questionam custos (US$ 500 mi estimados) e soberania de nações parceiras. Dessa forma, México e Colômbia apoiam, mas pedem coordenação para evitar violações. Enquanto isso, Folha e CNN destacam como retaliação pós-eleições.
Impactos regionais SOUTHCOM já realizou 20º ataque em segunda (10/11) no Caribe, matando 4 narcoterroristas. Com isso, pressiona rotas marítimas. Além disso, integra Força-Tarefa Conjunta para inteligência em tempo real. Assim, Brasil monitora via Itamaraty, temendo efeitos na Amazônia.
Principais alvos da operação:
- Cartéis mexicanos (Sinaloa, Jalisco)
- Rotas no Caribe e Pacífico
- Fentanil e cocaína para EUA
- 31 países sob SOUTHCOM
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