Da Redação
O secretário de Defesa americano Pete Hegseth citou passagens bíblicas para atacar a mídia. Ele comparou repórteres aos fariseus que se opunham a Jesus Cristo nos tempos antigos.
Comparação religiosa polêmica
Durante entrevista no Pentágono, Hegseth relacionou a atuação jornalística à conduta dos fariseus. Afirmou que ambos examinavam atos positivos procurando falhas e violações.
O secretário declarou: ‘Nossa imprensa é exatamente como esses fariseus’. Ressalvou que não se referia a todos, apenas à imprensa crítica ao presidente Trump.
Contexto da disputa política
Os comentários ocorrem em momento de conflito crescente entre Trump e o papa Leão. O pontífice criticou a manipulação da religião para ganhos militares e políticos.
Hegseth e Trump utilizaram linguagem cristã repetidamente para descrever operações militares recentes. Chamaram de milagre o resgate de um aviador abatido no Irã no domingo de Páscoa.
Precedentes históricos e diferenças
Presidentes americanos historicamente invocam fé cristã em tempos de guerra. O governo Trump diferencia-se pelo uso inequívoco e explícito de linguagem religiosa em conflitos.
Historiador John Fea, da Messiah University, destaca essa característica única da administração atual em seus estudos sobre evangélicos e política.
Resposta do Vaticano
Menos de uma hora após a coletiva no Pentágono, o papa Leão postou crítica nas redes sociais. Condenou a manipulação da religião para ganhos econômicos e políticos.
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