Da Redação
Donald Trump ameaçou realizar uma operação militar nos moldes da realizada na Venezuela contra a Colômbia. O presidente dos EUA intensificou críticas contra o presidente colombiano Gustavo Petro neste domingo (4).
Ameaça de intervenção militar
Ao ser questionado por jornalistas sobre possível ação armada em território colombiano, Trump respondeu de forma afirmativa: “Parece bom para mim”. O republicano caracterizou a nação como “muito doente” sob liderança de um governante problemático.
O presidente americano acusou Petro de envolvimento com narcotráfico e produção de cocaína destinada aos Estados Unidos. Nenhuma prova foi apresentada para sustentar as alegações feitas pelo líder americano.
Reação do governo colombiano
Petro respondeu às acusações através da rede X no mesmo dia. O presidente colombiano negou qualquer envolvimento, afirmando que seu nome não consta em registros judiciais relacionados ao narcotráfico.
“Meu nome não aparece nos arquivos judiciais sobre narcotráfico. Pare de me caluniar, senhor Trump”, publicou Petro. A chancelaria colombiana classificou as ameaças como “ingerência inaceitável” e solicitou respeito à soberania.
Contexto da operação na Venezuela
As declarações de Trump ocorreram após intervenção militar dos EUA em Caracas que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. Petro havia criticado a ação, caracterizando-a como um “sequestro” sem fundamentação legal internacional.
O governo cubano informou que 32 cubanos morreram em combate durante a operação americana. Cuba é aliada tradicional da Venezuela na região.
Possíveis ações contra Cuba
Trump também comentou sobre Cuba, afirmando que o país “está pronto para cair”. O presidente americano minimizou a necessidade de ação militar direta, alegando dificuldades econômicas da ilha.
Segundo Trump, Havana enfrentaria problemas de resistência sem petróleo venezuelano subsidiado. O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou sinalizações ao afirmar preocupação de integrantes do governo cubano com o cenário.
Reivindicações sobre a Groenlândia
Trump reiterou defesa para que a Groenlândia integre o território dos Estados Unidos por questões de segurança nacional. A declaração surgiu após pedidos do governo da Dinamarca para respeito à integridade territorial da ilha.
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