Soldados da Guarda Nacional estão juntos atrás da fita amarela, após dois membros da Guarda Nacional terem sido baleados perto da Casa Branca em Washington, D.C., EUA, em 26 de novembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard
” data-medium-file=”https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/11/2025-11-27T002202Z_702658544_RC2J4IA4Z50O_RTRMADP_3_USA-SHOOTING-1.jpg?fit=300%2C200&quality=70&strip=all” data-large-file=”https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/11/2025-11-27T002202Z_702658544_RC2J4IA4Z50O_RTRMADP_3_USA-SHOOTING-1.jpg?fit=859%2C572&quality=70&strip=all”>O secretário de Guerra (ex-departamento de Defesa) dos EUA, Pete Hegseth, afirmou hoje que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou o envio de 500 soldados adicionais para Washington, D.C., após dois membros da Guarda Nacional terem sido baleados.
“Vamos deixar D.C. segura”, disse Hegseth a repórteres. “Trump nunca vai desistir”.
O secretário também descreveu o ataque aos militares como “covardia”.
A presença da Guarda Nacional na capital do país tem sido um tema polêmico há meses, alimentando uma disputa judicial e um debate mais amplo sobre políticas públicas em relação ao uso das forças armadas pelo governo Trump para combater o que as autoridades consideram um problema de criminalidade fora de controle. Mais de 300 membros da Guarda foram enviados a Washington em agosto.
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