Da Redação
O Governo Trump iniciou a retirada das forças militares da Síria como mudança estratégica regional. A administração Ahmed al-Sharaa assume agora controle direto contra grupos terroristas. Funcionários americanos afirmam que a presença de tropas tornou-se desnecessária no novo cenário político.
O efetivo dos EUA deixa o território sírio em processo gradual de transição. O governo americano permanece atento para responder a ameaças do Estado Islâmico. Segundo Wall Street Journal, cerca de 1.000 soldados deixarão o país.
Acordo estratégico e avanço territorial
O Exército sírio assumiu controle da base militar de Al-Tanf na última semana. O local estratégico no sudeste esteve sob ocupação americana por uma década. A entrega simboliza fim de intervenção direta e início de cooperação diplomática.
Ahmed al-Sharaa concordou integrar coalizão americana para derrotar o Estado Islâmico. O governo sírio obtém alívio de sanções econômicas em contrapartida. Também receberá apoio para retomar controle de áreas de maioria curda no nordeste.
Riscos remanescentes e combate ao terrorismo
O Estado Islâmico ainda mantém células ativas na região síria. Em dezembro de 2025, realizou ataque em Palmyra matando dois soldados americanos. As operações dos EUA nos últimos dois meses atingiram mais de 100 alvos terroristas.
O governo Trump prioriza diplomacia enquanto mantém vigilância aérea e suporte de inteligência. Pentágono e Comando Central dos EUA evitaram comentários oficiais sobre detalhes logísticos. As tropas de solo regressam mantendo monitoramento constante da região.
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