Da Redação
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu o mandado de prisão preventiva do último suspeito de participar dos latrocínios contra três motoristas de aplicativo no final da tarde desta sexta-feira (9). A ação, coordenada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), localizou o homem na cidade de Juara, após meses de monitoramento.
Consequentemente, a corporação encerra o ciclo de prisões de um caso que gerou grande comoção social na região metropolitana de Cuiabá. De acordo com as investigações, o grupo criminoso atuava com extrema violência, resultando na morte de três trabalhadores em abril de 2024.
Captura e Força-Tarefa
As equipes de inteligência das delegacias de Juara, Juína e Pontes e Lacerda apoiaram a operação para capturar o foragido. Nesse sentido, a troca de informações entre diferentes unidades policiais foi fundamental para identificar o paradeiro do investigado, que possuía ordem de prisão expedida pela Quarta Vara Criminal de Várzea Grande.
Além disso, o delegado titular da DHPP, Caio Fernando Alvares Albuquerque, enfatizou que o empenho da equipe garantiu uma resposta efetiva à sociedade. Portanto, o detido agora segue à disposição do Poder Judiciário para responder pelos crimes de roubo seguido de morte e ocultação de cadáver.
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Relembre o Caso
Os crimes ocorreram entre os dias 11 e 14 de abril de 2024, quando três motoristas desapareceram após iniciarem corridas noturnas. As vítimas foram identificadas como Elizeu Rosa Coelho (58 anos), Nilson Nogueira (42 anos) e Márcio Rogério Carneiro (34 anos).
Posteriormente, a polícia descobriu que uma mulher era responsável por solicitar as viagens por aplicativo para facilitar as emboscadas. Dessa forma, os criminosos rendiam as vítimas, praticavam os assassinatos e ocultavam os corpos em regiões periféricas de Várzea Grande, como o Jardim Petrópolis e o distrito de Bonsucesso.
Outros Envolvidos
Na época dos fatos, as forças de segurança prenderam um homem de 20 anos e uma mulher, além de apreenderem dois adolescentes de 15 anos. O grupo admitiu que pretendia fazer novas vítimas, contudo, a rápida intervenção da DHPP interrompeu a sequência de violência. Afinal, uma quarta vítima chegou a ser sequestrada dias antes, mas conseguiu escapar do cativeiro.
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