Da Redação
A Operação Campana abateu mais um drone que sobrevoava a penitenciária de Rondonópolis na madrugada desta quarta-feira (3). Portanto, policiais penais da unidade Major PM Eldo de Sá Correia interceptaram o aparelho aéreo. Além disso, eles apreenderam dois celulares e um cabo USB. Consequentemente, a ação frustrou mais uma tentativa de introduzir itens ilícitos no sistema prisional. Dessa forma, o combate ao contrabando aéreo segue intenso.
O secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, destacou a vigilância constante. “Os criminosos tentam ingressar com celulares e drogas de todas as formas. Por outro lado, em Rondonópolis, a vigilância constante tem evitado que os objetos ilícitos cheguem aos presos”, afirmou. Assim, a operação reforça o combate ao crime organizado dentro das unidades.
Penitenciária de Rondonópolis já apreendeu cerca de 50 drones em 2025
A penitenciária de Rondonópolis é um ponto crítico na interceptação de drones. Primeiramente, somente este ano, a unidade já apreendeu aproximadamente 50 aparelhos aéreos. No estado como um todo, a Polícia Penal já abateu mais de 60 drones em 2025. Além disso, nos últimos quatro anos, o número total de drones interceptados em todas as unidades prisionais de Mato Grosso ultrapassa 300.
A direção da penitenciária atua constantemente na vigilância dos perímetros. O objetivo principal é impedir e capturar materiais proibidos, como celulares, drogas e armas. Por isso, essa estratégia de monitoramento contínuo tem se mostrado eficaz. Finalmente, ela coibe as ações de facções criminosas.
Operação Campana mantém foco na interceptação aérea
A Operação Campana tem como objetivo principal frustrar a entrada de materiais ilícitos. Inicialmente, a ação se concentra na vigilância e no abate de drones. Posteriormente, esse meio se tornou o principal usado por criminosos para contrabando aéreo. Na madrugada desta quarta, os policiais plantonistas monitoraram o perímetro do Raio 2. Em seguida, eles identificaram e interceptaram o drone em aproximação.
A interceptação ocorre em um momento de aumento no uso de tecnologia para o crime. Por um lado, as facções investem em drones mais silenciosos. Por outro lado, a Secretaria de Justiça (Sejus-MT) investe em equipamentos de detecção. Desse modo, as autoridades tentam contrapor essas táticas criminosas.
Combate ao crime organizado exige vigilância permanente
O combate ao crime organizado dentro do sistema prisional exige vigilância permanente. Primeiramente, a apreensão de celulares é especialmente crucial. Isso porque ela impede a comunicação dos presos com o mundo externo. Consequentemente, cada drone abatido representa um golpe nas operações logísticas das facções.
As autoridades reforçam que a segurança pública começa dentro dos presídios. Portanto, impedir o fluxo de armas, drogas e celulares é essencial. Por fim, a população pode colaborar denunciando atividades suspeitas nas redondezas das unidades.
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