Da Redação
Divisões no alto escalão sobre importações
O governo federal enfrenta discordâncias internas sobre questões econômicas fundamentais nesta quinta-feira. Membros do Palácio do Planalto divergiram publicamente acerca da taxa de importação e política de endividamento em ano eleitoral.
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), defendeu eliminar a taxação sobre compras internacionais. Segundo ele, a aprovação gerou desgaste significativo para administração. O presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) contraargumentou horas depois, ressaltando importância da medida.
Argumentos sobre a taxa de importação
Guimarães considera a taxação um erro estratégico que prejudicou a imagem governamental. Alckmin sustenta que o imposto é necessário para manter tarifas importadas competitivas contra produção nacional.
Posições distintas sobre dívida pública
As divisões estendem-se também ao tema de endividamento governamental. Guimarães propõe aumentar a dívida para proteger economia popular se necessário.
Já o Ministério da Fazenda reitera compromisso com redução sustentável da trajetória de endividamento. A dívida bruta alcançou 79,2% do PIB em fevereiro.
Projeções do FMI indicam possibilidade de atingir 100% do PIB em 2027. Essa divergência reflete tensões estratégicas internas sobre prioridades econômicas.
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