*Da Redação*
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com Xi Jinping, líder chinês, no domingo à noite. A conversa ultrapassou uma hora de duração. Conforme comunicado oficial, ambos abordaram a execução de projetos desenvolvimentistas nacionais.
Parcerias Estratégicas em Foco
Os presidentes reiteraram compromisso compartilhado de ampliar cooperação em tecnologia de ponta. Inteligência artificial, satélites e beneficiamento de minerais críticos foram citados. O comércio de fertilizantes também integrou a agenda de discussões.
Lula ressaltou seu empenho na diversificação de mercados e parceiros comerciais. Ambos concordaram sobre a urgência em acelerar negociações para um acordo Mercosul-China. A aproximação comercial ganhou destaque durante a comunicação.
Resultados Comerciais e Intercâmbios Culturais
Os líderes destacaram desempenho positivo do comércio bilateral entre os países. Jornadas culturais em andamento nos dois territórios foram reconhecidas como bem-sucedidas. Um acordo para isenção de vistos de curta duração foi mencionado como importante avanço.
“Essas iniciativas ampliarão o fluxo de turistas e oportunidades de negócio”, conforme comunicado governamental. O incremento de trocas entre as nações foi enfatizado como estratégico para ambas as economias.
Coordenação Estratégica e Questões Globais
Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi Jinping reafirmou apoio ao Brasil contra interferências externas. Ambos concordaram com necessidade de fortalecer coordenação bilateral e multilateral. O governo brasileiro não mencionou tarifas americanas no comunicado.
Sobre conflitos no Oriente Médio, Lula e Xi expressaram preocupação com restrições à navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb. Ambos reconheceram impactos negativos dessas limitações na economia global. A continuidade da situação foi vista com profunda inquietação pelos líderes.
Contexto de Tensões Comerciais
O telefonema ocorreu após nova tarifa americana de 25% contra produtos brasileiros entrar em vigor. A medida foi baseada em investigação iniciada quando Donald Trump anunciou tarifação de 50% em julho de 2025. As tensões comerciais com os EUA aumentaram recentemente.
Fonte: CNN Brasil
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