Os Munduruku param entrada da COP30 nesta sexta-feira, 14 de novembro de 2025, em Belém (PA). Portanto, reivindicam demarcação e fiscalização de terras ameaçadas por mineração ilegal. Dessa forma, o ato destaca riscos ambientais e culturais. Enquanto isso, governo, Defensoria Pública da União e organização da conferência iniciam diálogos.
Impacto da mineração Mineradoras poluem rios com mercúrio. Assim, afetam saúde e ecossistemas. Além disso, causam desmatamento e expulsões. Com isso, comunidades perdem cultura e subsistência.
Demarcação essencial Protege territórios com segurança jurídica. Portanto, preserva biodiversidade e autonomia. Dessa forma, reduz conflitos e invasões.
Resposta da COP30 Após bloqueio, negociações pedem revogação de decretos sobre rios. Enquanto isso, ONU cobra melhorias em segurança e infraestrutura. Assim, indígenas buscam diálogo com ministras ambientais.
Ameaças atuais Hidrelétricas e hidrovias fragmentam habitats. Portanto, alteram rios e fauna. Com isso, ameaçam vida tradicional.
Principais demandas Munduruku:
- Demarcação urgente
- Fiscalização contra invasões
- Revogação concessões fluviais
- Diálogo com governo
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