Da Redação
Ultimato do INAC
O Instituto Nacional de Aeronáutica Civil da Venezuela (INAC) emitiu um ultimato duríssimo nesta segunda-feira, 24 de novembro de 2025. Portanto, companhias internacionais têm 48 horas para retomar voos a Caracas, sob pena de perder direitos operacionais. Assim, a medida responde à suspensão de rotas por Avianca, TAP, LATAM, Gol, Iberia e Caribbean Airlines. Com isso, Maduro pressiona em meio a alertas de segurança.
Por que as companhias pararam?
Preocupações com instabilidade política e presença militar perto do Aeroporto Simón Bolívar levaram à paralisação. Logo, a FAA (EUA) recomendou “cautela máxima” em todas as altitudes. Dessa forma, Espanha e outros países seguiram o exemplo. Enquanto isso, Iberia suspende a partir de segunda. Portanto, foco é proteger passageiros e tripulações.
Iata apoia as companhias
A International Air Transport Association (Iata) defendeu as suspensões. Assim, decisões baseiam-se em avaliações rigorosas de risco. Com isso, voos voltam quando segurança permitir. Portanto, diálogo com autoridades venezuelanas segue aberto.
Impactos no isolamento aéreo
A suspensão limita conectividade. Logo, comércio e turismo sofrem. Dessa forma, exportações/importações travam. Enquanto isso, cidadãos enfrentam dificuldades para viajar. Com isso, economia venezuelana, já frágil, ganha mais um golpe.
Perguntas Frequentes sobre suspensão de voos na Venezuela
Por que INAC ameaça revogar direitos?
Para forçar retorno imediato e evitar isolamento total.
Qual alerta da FAA motivou as companhias?
“Cautela máxima” por atividade militar e riscos a aviões civis.
Iata vê suspensões como definitivas?
Não, temporárias até segurança melhorar.
Qual impacto no turismo venezuelano?
Reduz fluxo internacional, agravando crise econômica.
Radar364 – O Seu Portal de Notícias do Sul de Mato Grosso.

